Dessa quinta até sexta-feira estarei em Capão do Cipó, onde muito trabalho me espera. Além de fazer várias reportagens, tenho que fazer muitas fotos para um material que estou preparando para a Expocipó. Mas como nem tudo é festa, já na quarta-feira participarei de um churrasco de despedida do secretário de Obras, Jaques Garcia, que apesar de petista é um grande profissional e também vereador. Como concorre a reeleição, descompatibiliza-se do cargo de secretário nesta semana e volta ao Legislativo. Até outubro tem muita água pra correr, mas se a eleição fosse hoje arriscaria a dizer que ele reelege-se com a maior votação do município. Mas eu não voto nele de maneira nenhuma...
Calmon
Sexta-feira é dia de grande baile com a super banda Calmon. O evento será no ginásio de esportes numa promoção do Sindicato dos Municipários presidido pelo Giovane Diedrich (é assim que escreve?). Ingressos antecipados por 10 reais, com a diretoria. Como convidei uns 20 aqui de Santiago para ir, espero não ter que pagar ingresso.
Mais festas
Sábado agenda lotada! A tarde e noite com muita cerveja e peixe frito no aniversário do amigo Bruno Dani, em Carovi. Obrigado pelo convite. Domingo, almoço em Entre-Rios no aniversário de Nenzito Reis, que apesar de esconder a idade deve tá beirando os 70. E como já sei a fartura que são as festas promovidas por esse amigo especial, nada me fará faltar. Até segunda, que até lá não devo atualizar o blog.
quarta-feira, 26 de março de 2008
segunda-feira, 24 de março de 2008
O bêbado culto
MUITO BOA ESSA...EM ÉPOCA DE ELEIÇÃO..TODO CUIDADO É POUCO
Um político, que estava em plena campanha, chegou a uma cidadezinha, subiu em um caixote e começou seu discurso:
- Compatriotas, companheiros, amigos! Nos encontramos aqui convocados, reunidos ou ajuntados para debater, tratar ou discutir um tópico, tema ou assunto, o qual é transcendente, importante ou de vida ou morte. O tópico, tema ou assunto, que hoje nos convoca, reúne ou ajunta, é minha postulação, aspiração ou candidatura à Prefeitura desse município.
De repente, uma pessoa do público pergunta:
- Escute aqui, por que o senhor utiliza sempre três palavras para dizer a mesma coisa?
O candidato responde:
- Pois veja, meu senhor: a primeira palavra é para pessoas com nível cultural muito alto, como poetas, escritores, filósofos etc; a segunda é para pessoas com um nível cultural médio, como o senhor e a maioria das pessoas que estão aqui; e a terceira palavra é para pessoas que têm um nível cultural muito baixo, pelo chão, digamos, como aquele bêbado ali jogado na esquina.
De imediato, o bêbado se levanta cambaleando e responde:
- Senhor postulante, aspirante ou candidato! (hic) O fato, circunstância ou razão de que me encontre (hic) em um estado etílico, bêbado ou mamado (hic) não implica, significa ou quer dizer que meu nível (hic) cultural seja ínfimo, baixo ou ralé mesmo (hic). E com todo o respeito, estima ou carinho que o senhor merece (hic) pode ir agrupando, reunindo ou juntando (hic) seus pertences, coisas ou bagulhos (hic) e encaminhar-se, dirigir-se ou ir direitinho (hic) à leviana da sua genitora, à mundana de sua mãe biológica ou à puta que te pariu!
Um político, que estava em plena campanha, chegou a uma cidadezinha, subiu em um caixote e começou seu discurso:
- Compatriotas, companheiros, amigos! Nos encontramos aqui convocados, reunidos ou ajuntados para debater, tratar ou discutir um tópico, tema ou assunto, o qual é transcendente, importante ou de vida ou morte. O tópico, tema ou assunto, que hoje nos convoca, reúne ou ajunta, é minha postulação, aspiração ou candidatura à Prefeitura desse município.
De repente, uma pessoa do público pergunta:
- Escute aqui, por que o senhor utiliza sempre três palavras para dizer a mesma coisa?
O candidato responde:
- Pois veja, meu senhor: a primeira palavra é para pessoas com nível cultural muito alto, como poetas, escritores, filósofos etc; a segunda é para pessoas com um nível cultural médio, como o senhor e a maioria das pessoas que estão aqui; e a terceira palavra é para pessoas que têm um nível cultural muito baixo, pelo chão, digamos, como aquele bêbado ali jogado na esquina.
De imediato, o bêbado se levanta cambaleando e responde:
- Senhor postulante, aspirante ou candidato! (hic) O fato, circunstância ou razão de que me encontre (hic) em um estado etílico, bêbado ou mamado (hic) não implica, significa ou quer dizer que meu nível (hic) cultural seja ínfimo, baixo ou ralé mesmo (hic). E com todo o respeito, estima ou carinho que o senhor merece (hic) pode ir agrupando, reunindo ou juntando (hic) seus pertences, coisas ou bagulhos (hic) e encaminhar-se, dirigir-se ou ir direitinho (hic) à leviana da sua genitora, à mundana de sua mãe biológica ou à puta que te pariu!
quinta-feira, 20 de março de 2008
Churrascada em Unistalda

Nessa semana estive em Unistalda, atendendo uma "convocação" para participar de um churrasco na residência do vice-prefeito Moisés Gonçalves. Lá estava o prefeito Ribeiro, alguns funcionários da prefeitura, e convidados ilustres, como o delegado Nenito Sarturi, o prefeito Chicão (acompanhado da esposa, filhinha e integrantes do Criança Feliz). Também estava lá o meu amigo e colega Cláudio Brum, que é "louco por carne de ovelha". Entre boa música, muita ceva gelada e uma carne de engraxar os beiços, fomos até a madrugada. Convite como esses são sempre bem-vindos e estarei pronto a atender.
quarta-feira, 19 de março de 2008
Vicente repensa candidatura
Agora há pouco estive conversando por longo tempo com meu amigo Vicente Nascimento, pré-candidato a prefeito em Capão do Cipó, pelo PP. Ele explicou-me sobre o seu afastamento da vice-presidência da Tritícola. Vicente pediu afastamento a partir de 30 de março, embora não esteja mais dando expediente, devido a sérios problemas de saúde enfrentado em família. Com a proximidade da safra, irá assumir a colheita de suas lavouras e ficar mais tempo junto à família. Mas a maior surpresa ainda está por vir: Vicente pensa seriamente em não concorrer a prefeito de Capão do Cipó, já tendo comunicado o seu partido sobre esse desejo. "Não estou abrindo mão da candidatura, mas repenso essa idéia e só enfrentarei uma eleição se resolver meus problemas familiares. A saúde de meu pai e cuidar de minhas propriedades são prioridades neste momento."
OBS: aqui vai apenas um pequeno resumo da conversa que tivemos. O resto será publicado em minha coluna do Expresso, nesta sexta-feira.
OBS: aqui vai apenas um pequeno resumo da conversa que tivemos. O resto será publicado em minha coluna do Expresso, nesta sexta-feira.
terça-feira, 18 de março de 2008
Novo empreendimento
Um novo empreendimento está para ser inaugurado em Capão do Cipó. A empresária que comandará a loja é bem conhecida na comunidade. Atuará no ramo de confecções e até locadora de vídeo, uma das carencias no muncípio. Em breve, trarei mais novidades sobre esse assunto.
Quarta lotada
Amanhã precisarei ser dois em um. A partir das 19 horas tenho aulas na faculdade e não quero faltar, pois esse semestre é de cálculos e uma aula perdida pode comprometer o rendimento final. Mas, ao mesmo tempo, recebi um convite irrecusável para estar numa cidade vizinha. Como o assunto é de meu interesse, não tenho como faltar. Assistirei um pouco da aula de Administração e depois pegarei a estrada.
Quarta lotada
Amanhã precisarei ser dois em um. A partir das 19 horas tenho aulas na faculdade e não quero faltar, pois esse semestre é de cálculos e uma aula perdida pode comprometer o rendimento final. Mas, ao mesmo tempo, recebi um convite irrecusável para estar numa cidade vizinha. Como o assunto é de meu interesse, não tenho como faltar. Assistirei um pouco da aula de Administração e depois pegarei a estrada.
segunda-feira, 17 de março de 2008
Semana mais curta!
Março já está quase no final e teremos o 3º feriadão de 2008. A semana inicia com uma série de novidades no campo político. Em Santiago, a possibilidade (embora remota) de Vulmar e Palma concorrerem coligados deve ter assustado o PP. Sempre disse que Vulmar não concorre se o PMDB estiver na mesma coligação, mas o PTB de Sandro Palma a situação é diferente. Vulmar sabe que Palma tira votos do PP e tem condições de arrebanhar entre 4 e seis mil votos. Juntando com o que Vulmar tem dentro do PSDB e demais partidos, a situação fica indefinida.
Mudanças
Já em Capão do Cipó a coisa está mais indefinida do que nunca. A situação vai de César Endler, PDT, mas o candidato a vice ainda não está 100% definido, embora o PMDB assegure que o advogado Miguel Garaialdi concorre. Caso ele fique de fora, não consigo imaginar quem o PMDB apresentaria para compor a chapa. Nos bastidores, já se comenta o nome do secretário de Obras Jaques Garcia, do PT, reconhecidamente o secretário mais atuante do município neste momento. Pelo PP, Vicente Nascimento segue como candidato, apesar dos boatos que o elvaram a deixar a vice-presidencia da Cooperativa Tritícola.
Mudanças
Já em Capão do Cipó a coisa está mais indefinida do que nunca. A situação vai de César Endler, PDT, mas o candidato a vice ainda não está 100% definido, embora o PMDB assegure que o advogado Miguel Garaialdi concorre. Caso ele fique de fora, não consigo imaginar quem o PMDB apresentaria para compor a chapa. Nos bastidores, já se comenta o nome do secretário de Obras Jaques Garcia, do PT, reconhecidamente o secretário mais atuante do município neste momento. Pelo PP, Vicente Nascimento segue como candidato, apesar dos boatos que o elvaram a deixar a vice-presidencia da Cooperativa Tritícola.
quinta-feira, 13 de março de 2008
PP e PMDB com maioria
Caso não haja mais nenhuma mudança na legislação eleitoral até as eleições, é certo que apenas dois ou três partidos irão eleger vereadores na maioria das cidades da região. Com o fim das coligações nas proporcionais, é cada um por si e muita reza para chegar ao quociente eleitoral. Acompanhem o exemplo: Santiago tem 37 mil eleitores e cerca de 32 mil votantes, excluindo as abstenções. Dividindo 32 mil pelo número de vereadores, 10, chega-se a 3.200 votos como índice para eleger um vereador. Os votos dos partidos que não chegarem a esse mínimo de votos para vereadores e somando a legenda, estão automaticamente excluídos. Na eleição passada, apenas PMDB, PP e PSDB atingiram esse número em Santiago. O PT ficou longe disso, assim como o PDT, que conseguiu eleger Nélson Abreu porque concorreu coligado aos tucanos.
O fim dos nanicos
Nas cidades menores, a situação é a mesma e os partidos maiores, PP e PMDB, levam vantagem e podem eleger todos os vereadores em municípios como Unistalda e Capão do Cipó. Na capital do Pau-Ferro, o PDT tem um vereador (Nego Kabo eleito com 153 votos e candidato único) e precisa aumentar a votação ou a nominata. Em Capão do Cipó, PT e PDT alcançaram quociente em 2004, mas é bom ficarem alertas. Essa resolução do TSE só tem um propósito; diminuir o número de partidos em todo o Brasil, o que já foi tentado nas eleições de 2006 mas por várias manobras ficou tudo como estava. Deixando-os sem representatividade nas câmaras municipais, é meio caminho andado para o sumiço de mais de duas dezenas de siglas que sequer a população sabe que existem.
O fim dos nanicos
Nas cidades menores, a situação é a mesma e os partidos maiores, PP e PMDB, levam vantagem e podem eleger todos os vereadores em municípios como Unistalda e Capão do Cipó. Na capital do Pau-Ferro, o PDT tem um vereador (Nego Kabo eleito com 153 votos e candidato único) e precisa aumentar a votação ou a nominata. Em Capão do Cipó, PT e PDT alcançaram quociente em 2004, mas é bom ficarem alertas. Essa resolução do TSE só tem um propósito; diminuir o número de partidos em todo o Brasil, o que já foi tentado nas eleições de 2006 mas por várias manobras ficou tudo como estava. Deixando-os sem representatividade nas câmaras municipais, é meio caminho andado para o sumiço de mais de duas dezenas de siglas que sequer a população sabe que existem.
segunda-feira, 3 de março de 2008
Grêmio continua na frente
Essa matéria a seguir foi publicada hoje, 03/03/2008,às 11h08min no site Clicrbs.com.br
Grêmio é o 51º colocado, enquanto o Inter ocupa a 84ª posição
O Santos é o melhor clube brasileiro no Ranking Federação Internacional de História e Estatística do Futebol (IFFHS). O Peixe ocupa a 11ª colocação com 219 pontos. O São Paulo é o 23º e o Flamengo o 28º na lista que é liderada pelo Chelsea, com 279 pontos. Já a dupla Gre-Nal perdeu posições.
O Grêmio, que era o 33º, caiu 18 posições e é o 51º com 152 pontos. O Inter, que ocupava a 65º posição, está em 84º, com 125. Os colorados podem se perguntar como o seu time aparece atrás do rival. Entretanto, o ranking não leva em conta títulos históricos, mas sim os resultados em competições nacionais e internacionais nos últimos 12 meses.
E aí, alguém tem algo a discordar?????
Grêmio é o 51º colocado, enquanto o Inter ocupa a 84ª posição
O Santos é o melhor clube brasileiro no Ranking Federação Internacional de História e Estatística do Futebol (IFFHS). O Peixe ocupa a 11ª colocação com 219 pontos. O São Paulo é o 23º e o Flamengo o 28º na lista que é liderada pelo Chelsea, com 279 pontos. Já a dupla Gre-Nal perdeu posições.
O Grêmio, que era o 33º, caiu 18 posições e é o 51º com 152 pontos. O Inter, que ocupava a 65º posição, está em 84º, com 125. Os colorados podem se perguntar como o seu time aparece atrás do rival. Entretanto, o ranking não leva em conta títulos históricos, mas sim os resultados em competições nacionais e internacionais nos últimos 12 meses.
E aí, alguém tem algo a discordar?????
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
A chuva voltou

Pois desta vez o Climatempo e Tempo Agora deram com os burros n'água. No início da semana previam tempo seco até a primeira semana de março. A chuva, meio que atrasada, deu o ar da graça em Santiago e região, trazendo alívio aos lavoureiros e queda na temperatura. Ainda não sei quanto vai chover até domingo (a previsão é 120 mm), mas meu pluviômetro recém comprado e instalado já marca 25 milímetros de precipitação.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
E a chuva que não vem?
A falta de chuvas já assusta os produtores de soja de Capão do Cipó. Estive por lá neste final de semana e o que vi foi desânimo no olhar de muitos lavoureiros, pois a umidade começa a faltar exatamente na fase mais crítica, a de enchimentos de grãos. O jeito é rezar para São Pedro e torcer que as previsões climáticas estejam erradas. Olhando os mapas dos satélites, tudo o que se vê até o dia seis de março é desolador. Muito sol e nada de chuvas.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Não fará falta!
To achando que os vereadores da região estão preocupados demais com o fechamento da Delegacia Regional de Polícia. Algumas Câmaras estão aprovando moções para pressionar o Governo a não desativar o órgão. Mas eles sabem mesmo o que estão votando e o que irá fechar? Alguns me garantiram que era toda a delegacia, o que não é verdade. A parte que faz investigação, ocorrências (Delegacia de Pronto Atendimento) não corre risco. O que está para ser desativado é um setor burocrático, que duvido que o simples cidadão saiba qual sua real necessidade.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Já vai tarde!

Foram quase meio século de sofrimento de intenso domínio e escravidão para o povo cubano, mas finalmente o mundo se vê livre de ditadores do quilate de Fidel Castro, assim como já se livrou de Saddan Hussein e logo o mesmo destino será dado a Bush. Que uma nova época inicie para os cubanos e logo todos possam realmente saber o significado da palavra Democracia.
De volta à ativa
Após férias de 20 dias estou de volta ao jornal Expresso, para mais um ano de muito trabalho. 2008 será especial para a nossa equipe, pois esse semanário completará 15 anos de atuação, com mais de 40 mil leitores em 12 municípios da região. Em abril, completo 5 anos nesta equipe, e posso dizer que tive grande aprendizado e fiz bons amigos. 2008 também será especial para mim. Teremos eleições municipais e, sinceramente, não nada que me empolgue mais que a política, mesmo tendo que conviver com alguns 'incapazes' por aí. Mas não dá nada! Em 5 de outubro o tombo do cavalo pode ser feio.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Mal-assessorado
Tem um prefeito na região que acaba de enfiar os pés pelas mãos, como se diz no jargão popular. Antes, quando não tinha nenhum assessor de imprensa, os jornais sempre recebiam reportagens. Bastou contratar um dito assessor, que as matérias escassearam e o município faz tempo que não figura em nenhum semanário. Aliás, em toda a região só tem tem uma pessoa que pode ser chamada de assessor de imprensa, depois que Ieda Beltrão saiu da Prefeitura de Santiago: Miguel Monte, de Nova Esperança do Sul, que sempre envia reportagens. Éldrio Machado e Júlio Prates são assessores do prefeito Chicão e Ivo Patias, respectivamente, desenpenhando suas tarefas com louvor.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
O pau comeu!!!
Tava demorando!
Fiquei sabendo que essa semana o pau já comeu em Capão do Cipó. E adivinhem o motivo! Política. Até tapa na cara teve, coisa das mais pequenas entre as tantas que prometem estar reservadas para esse ano.
Vuco-Vuco!
Faltam 23 dias para o Carnaval e 22 para as minhas férias. Os dois próximos finais de semana serão de intensa correria pra mim, que tenho que construir um contrapiso ao lado da minha casa em Capão do Cipó, que é onde fica a sede do bloco Vuco-Vuco. Na segunda-feira o canteiro de obras já estará montado e aguardo o apoio dos integrantes do bloco. Afinal, se é para utilização de todos, porque só eu tenho que pegar no pesado? rsrs
Fiquei sabendo que essa semana o pau já comeu em Capão do Cipó. E adivinhem o motivo! Política. Até tapa na cara teve, coisa das mais pequenas entre as tantas que prometem estar reservadas para esse ano.
Vuco-Vuco!
Faltam 23 dias para o Carnaval e 22 para as minhas férias. Os dois próximos finais de semana serão de intensa correria pra mim, que tenho que construir um contrapiso ao lado da minha casa em Capão do Cipó, que é onde fica a sede do bloco Vuco-Vuco. Na segunda-feira o canteiro de obras já estará montado e aguardo o apoio dos integrantes do bloco. Afinal, se é para utilização de todos, porque só eu tenho que pegar no pesado? rsrs
sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
Cipó perto da definição
Vicente cada vez mais candidato...
Enquanto a situação cipoense não se define quanto ao nome do candidato a prefeito, o PP está apenas aguardando a data da convenção para confirmar o que todos já sabem: Vicente Nascimento vem com tudo e está mais forte do que nunca. Além disso, o partido trabalha não apenas para chegar ao Executivo, mas para eleger cinco vereadores. Enquanto isso, na situação tudo continua no maior segredo. Miguel Garaialdi, PMDB, ou César Engler, PDT? Não foge disso e pode até sair dobradinha, isso se a coligação entre PMDB, PDT e PT for mantida.
Quem sai na vantagem?
Em política, não é possível afirmar nada com tanta antecedência, especialmente quem estaria na dianteira caso fosse feita uma consulta popular agora. O PP já tem um nome e o único revés pode ser desgaste do candidato, anunciado com tanta antecedência. Por outro lado, a situação diz que não é hora de falar em nomes, pois está longe da eleição. Nesse caso, o risco seria apresentar um nome desconhecido e não dar tempo de ganhar a confiança dos eleitores. E assim segue a política em Capão do Cipó, cada um com suas alegações.
Enquanto a situação cipoense não se define quanto ao nome do candidato a prefeito, o PP está apenas aguardando a data da convenção para confirmar o que todos já sabem: Vicente Nascimento vem com tudo e está mais forte do que nunca. Além disso, o partido trabalha não apenas para chegar ao Executivo, mas para eleger cinco vereadores. Enquanto isso, na situação tudo continua no maior segredo. Miguel Garaialdi, PMDB, ou César Engler, PDT? Não foge disso e pode até sair dobradinha, isso se a coligação entre PMDB, PDT e PT for mantida.
Quem sai na vantagem?
Em política, não é possível afirmar nada com tanta antecedência, especialmente quem estaria na dianteira caso fosse feita uma consulta popular agora. O PP já tem um nome e o único revés pode ser desgaste do candidato, anunciado com tanta antecedência. Por outro lado, a situação diz que não é hora de falar em nomes, pois está longe da eleição. Nesse caso, o risco seria apresentar um nome desconhecido e não dar tempo de ganhar a confiança dos eleitores. E assim segue a política em Capão do Cipó, cada um com suas alegações.
2008... o ano da mudança
Ano de eleições
2007 deixou boas saudades mas já é passado. 2008 ficará marcado por profundas mudanças, especialmente no campo político. As eleições de outubro prometem e seria capaz de apostar que tudo continuará como antes, com denúncias de compra de votos, brigas... Recentemente um candidato a prefeito me disse uma coisa que não imaginava fosse acontecer, mas quem sou eu pra discordar do que ele afirma: " na minha cidade vai ser de lascar...em 2004 já foi uma campanha marcada por ameaças e dessa vez pode sair coisa pior." To esperando para ver hehe...Os mesmos vereadores
Essa semana um vereador me disse que em Santiago os vereadores devem continuar quase os mesmos, pois essa é uma das melhores câmaras que a cidade já teve. Não diga!!! Siga com esse pensamento e depois me diga onde Vossa Senhoria vai parar depois de 5 de outubro. Vamos continuar com 10 vereadores e acredito que até cinco consigam a reeleição. Mais que isso, nunca. As coligações pra vereadores estarão proibidas e quero ver como partido que nunca fizeram 3 mil votos (o quoeficiente eleitoral ficará por aí) farão para eleger alguém. Tranquilos mesmos apenas PP e PMDB, que tem votos de sobra. Se nenhum dos demais atingir esse número, estarão eliminados e os dois grandes de Santiago preencheriam todas as vagas.
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Rio Grande do Sul perde participação no PIB do Brasil
Forte seca conjugada com a queda de preços dos grãos atingiu o Estado
O Rio Grande do Sul é um dos Estados que mais perdeu participação no PIB brasileiro de 2005. O resultado faz parte da pesquisa Contas Regionais, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O Amazonas registrou a maior variação do volume do PIB (10,2%), enquanto Paraná (-0,1%) e RS (-2,8%) tiveram quedas significativas. No Rio Grande do Sul , destacam-se baixas na agropecuária (-17,3%), na indústria de transformação (-4,2%) e a estagnação do setor de serviços em geral (0,2%). A análise do comportamento setorial da economia mostra que as lavouras registraram uma redução na produção de aproximadamente 25,3%, com decréscimos para soja (-55,9%), milho (-56,0%) e cana-de-açúcar (-11,4%), entre outros. A indústria de transformação do Estado (-4,2%) encontra-se vinculada ao setor agrícola , com os segmentos de máquinas e equipamentos (-19,1%); peças e acessórios (-2,4%); produtos de metal (-0,5%) e ainda a indústria química (-5,8%). Quando somados, representam 39,4% da indústria de transformação.
Brasil
As regiões Sudeste e o Centro-oeste elevaram sua participação na economia do país, que continua concentrada : sete estados (SP, RJ, MG, RS, PR BA e SC) representam mais de 75% do PIB do Brasil. O Distrito Federal continua com o maior PIB per capita mas, na nova série, São Paulo tomou do Rio de Janeiro a segunda posição neste ranking.
O Rio Grande do Sul é um dos Estados que mais perdeu participação no PIB brasileiro de 2005. O resultado faz parte da pesquisa Contas Regionais, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O Amazonas registrou a maior variação do volume do PIB (10,2%), enquanto Paraná (-0,1%) e RS (-2,8%) tiveram quedas significativas. No Rio Grande do Sul , destacam-se baixas na agropecuária (-17,3%), na indústria de transformação (-4,2%) e a estagnação do setor de serviços em geral (0,2%). A análise do comportamento setorial da economia mostra que as lavouras registraram uma redução na produção de aproximadamente 25,3%, com decréscimos para soja (-55,9%), milho (-56,0%) e cana-de-açúcar (-11,4%), entre outros. A indústria de transformação do Estado (-4,2%) encontra-se vinculada ao setor agrícola , com os segmentos de máquinas e equipamentos (-19,1%); peças e acessórios (-2,4%); produtos de metal (-0,5%) e ainda a indústria química (-5,8%). Quando somados, representam 39,4% da indústria de transformação.
Brasil
As regiões Sudeste e o Centro-oeste elevaram sua participação na economia do país, que continua concentrada : sete estados (SP, RJ, MG, RS, PR BA e SC) representam mais de 75% do PIB do Brasil. O Distrito Federal continua com o maior PIB per capita mas, na nova série, São Paulo tomou do Rio de Janeiro a segunda posição neste ranking.
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
A saída é derrubar
Mais uma vez o antigo prédio da Rede Ferroviária Federal volta a ser notícia. No ano passado, a prefeitura até iniciou uma reforma, mas que foi abandonada por falta de dinheiro. Sou da opinião de que o prefeito Chicão não deveria ter investido um centavo sequer, para não dizer jogado dinheiro fora. Os donos do pedaço já retomaram o seu lugar e, para botar paredes abaixo, até bomba caseira usaram. Sei que a prefeitura, caso venha a concluir a reforma e usar o prédio, pretende instalar sistema de alarme, sem a presença de um guarda noturno. Sendo assim, na primeira noite, a limpeza já seria feita. Faço esta pergunta: para que investir em algo assim? Derrubem tudo e façam um campinho de futebol. As pessoas que precisam passar ali, com risco de assalto, agradecem.
A nossa Brigada
Numa época em que tudo e todos estão ficando desacreditados, poucos órgãos públicos ainda não caíram em desgraça e continuam merecedor da confiança dos brasileiros. E, entre esses raros casos que merecem toda a nossa confiança, está a Brigada Militar, que nessa semana completou 170 anos de fundação. Estive nas comemorações feitas no 5º RPMon, e confesso que não esperava espetáculo tão grandioso e perfeito. A exibição de um vídeo contando a história da Brigada emocionou os presentes e mereceu aplausos. A confiança nos brigadianos talvez esteja amparada na frase dita há poucos dias pelo capitão Müller, do 5º RPMon:" Ao ligar para o 190, o cidadão vai ter um retorno. Pode até não ser o que ele espera. Mas não ficará sem resposta." Que assim seja pelos próximos 170 anos. Parabéns, ao major Chaves e todos os seus comandados!
Mais uma vez o antigo prédio da Rede Ferroviária Federal volta a ser notícia. No ano passado, a prefeitura até iniciou uma reforma, mas que foi abandonada por falta de dinheiro. Sou da opinião de que o prefeito Chicão não deveria ter investido um centavo sequer, para não dizer jogado dinheiro fora. Os donos do pedaço já retomaram o seu lugar e, para botar paredes abaixo, até bomba caseira usaram. Sei que a prefeitura, caso venha a concluir a reforma e usar o prédio, pretende instalar sistema de alarme, sem a presença de um guarda noturno. Sendo assim, na primeira noite, a limpeza já seria feita. Faço esta pergunta: para que investir em algo assim? Derrubem tudo e façam um campinho de futebol. As pessoas que precisam passar ali, com risco de assalto, agradecem.
A nossa Brigada
Numa época em que tudo e todos estão ficando desacreditados, poucos órgãos públicos ainda não caíram em desgraça e continuam merecedor da confiança dos brasileiros. E, entre esses raros casos que merecem toda a nossa confiança, está a Brigada Militar, que nessa semana completou 170 anos de fundação. Estive nas comemorações feitas no 5º RPMon, e confesso que não esperava espetáculo tão grandioso e perfeito. A exibição de um vídeo contando a história da Brigada emocionou os presentes e mereceu aplausos. A confiança nos brigadianos talvez esteja amparada na frase dita há poucos dias pelo capitão Müller, do 5º RPMon:" Ao ligar para o 190, o cidadão vai ter um retorno. Pode até não ser o que ele espera. Mas não ficará sem resposta." Que assim seja pelos próximos 170 anos. Parabéns, ao major Chaves e todos os seus comandados!
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Superávit comercial do Rio Grande do Sul supera US$ 4 bilhões
Saldo positivo é o melhor dos últimos dois anos
O comércio do Rio Grande do Sul com o resto do mundo resultou em um saldo positivo de US$ 4,045 bilhões, de janeiro a setembro desse ano, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Apesar da desvalorização do dólar em relação ao real, que diminui a rentabilidade das exportações brasileiras e barateia as compras do Exterior, o desempenho da balança comercial do Estado já é o melhor dos últimos dois anos. Em 2006, o superávit comercial do Estado foi de US$ 3,852 bilhões e no ano anterior, de US$ 3,783 bilhões. Nos primeiros sete meses de 2007, as exportações totalizaram US$ 10,968 bilhões, enquanto as importações somaram US$ 6,923 bilhões. Mais da metade (55,32%) de tudo que foi comercializado pelas empresas gaúchas foram dos chamados bens intermediários, como alimentos e bebidas, insumos industriais, peças e acessórios.
Entre os produtos que mais trouxeram dólares ao Estado estão soja e derivados, fumo, calçados, miudezas de frango, carne suína congelada, óleo diesel, máquinas agrícolas e móveis. Já as vendas de outros itens como combustíveis diversos, cabos de poliésteres e ainda produtos químicos foram as que mais aumentaram do ano passado para este ano. Os Estados Unidos continuam sendo os maiores compradores de produtos gaúchos, seguidos pela China, Argentina, Rússia, Holanda e Alemanha. Já o Mercosul, especialmente Argentina e a África (sobretudo Argélia e Nigéria) engrossam a lista dos principais clientes de de produtos do Rio Grande do Sul.
O comércio do Rio Grande do Sul com o resto do mundo resultou em um saldo positivo de US$ 4,045 bilhões, de janeiro a setembro desse ano, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Apesar da desvalorização do dólar em relação ao real, que diminui a rentabilidade das exportações brasileiras e barateia as compras do Exterior, o desempenho da balança comercial do Estado já é o melhor dos últimos dois anos. Em 2006, o superávit comercial do Estado foi de US$ 3,852 bilhões e no ano anterior, de US$ 3,783 bilhões. Nos primeiros sete meses de 2007, as exportações totalizaram US$ 10,968 bilhões, enquanto as importações somaram US$ 6,923 bilhões. Mais da metade (55,32%) de tudo que foi comercializado pelas empresas gaúchas foram dos chamados bens intermediários, como alimentos e bebidas, insumos industriais, peças e acessórios.
Entre os produtos que mais trouxeram dólares ao Estado estão soja e derivados, fumo, calçados, miudezas de frango, carne suína congelada, óleo diesel, máquinas agrícolas e móveis. Já as vendas de outros itens como combustíveis diversos, cabos de poliésteres e ainda produtos químicos foram as que mais aumentaram do ano passado para este ano. Os Estados Unidos continuam sendo os maiores compradores de produtos gaúchos, seguidos pela China, Argentina, Rússia, Holanda e Alemanha. Já o Mercosul, especialmente Argentina e a África (sobretudo Argélia e Nigéria) engrossam a lista dos principais clientes de de produtos do Rio Grande do Sul.
terça-feira, 11 de setembro de 2007
Aluno a distância vai melhor no Enade
Em 7 de 13 áreas onde comparação é possível no ensino superior, alunos de curso a distância superam demais estudantes. Levantamento do exame nacional mostra que vantagem nos primeiros anos de curso é ainda maior: 9 entre 13 áreas de ensino
A educação a distância, no Brasil, ainda é vista com desconfiança por boa parte da sociedade. Os primeiros resultados no Enade (exame do MEC que avalia o ensino superior) dos alunos que ingressaram em cursos superiores com essa modalidade de ensino, no entanto, mostram que, na maioria das áreas, eles estão se saindo melhor do que os estudantes que fazem o mesmo curso, mas da maneira tradicional. Pela primeira vez desde a criação do Enade (2004), o Inep (órgão de avaliação e pesquisa do MEC) comparou o desempenho dos alunos dos mesmos cursos nas modalidades a distância e presencial. Em sete das 13 áreas onde essa comparação é possível, alunos da modalidade a distância se saíram melhores do que os demais. Quando a análise é feita apenas levando em conta os alunos que ainda estão na fase inicial do curso -o Enade permite separar o desempenho de ingressantes e concluintes-, o quadro é ainda mais favorável ao ensino a distância: em nove das 13 áreas o resultado foi melhor. Nesses casos, turismo e ciências sociais apresentaram a maior vantagem favorável aos cursos a distância. Geografia e história foram os cursos em que o ensino presencial apresentou melhor desempenho. A análise só dos concluintes ainda é limitada porque apenas quatro áreas de nível superior -administração, formação de professores, matemática e pedagogia- já têm concluintes em número suficiente para que seja tirada uma média e comparada com a dos demais. Entre os concluintes, o melhor desempenho para estudantes a distância foi verificado em administração e matemática, enquanto em pedagogia e formação de professores o resultado foi inverso. Apesar de bem aceita em outros países, a educação a distância -em que a maior parte do curso não é realizada em sala de aula, com um professor- ainda não deslanchou no Brasil.
Quando a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, de 1996, sinalizou o incentivo dessa modalidade -regulamentada dois anos depois pelo governo federal- alguns especialistas esperavam um crescimento acelerado, afinal, o Brasil tinha -e ainda tem- uma imensa população sem nível superior espalhada por um território vasto. Não foi isso, porém, o que aconteceu. Segundo o último Censo da Educação Superior do MEC, relativo a 2005, havia apenas 115 mil alunos matriculados em cursos de graduação a distância -o total de universitários foi de 4,5 milhões. O censo mostra que os cursos despertam pouco interesse. Em 2005, foram oferecidas 423 mil vagas, mas apenas 234 mil estudantes se inscreveram em processos seletivos e, desses, somente 127 mil efetivamente ingressaram nos cursos. Fogo cruzado - "Apesar das inúmeras experiências bem-sucedidas em outros países, o ensino a distância continua sob fogo cruzado no Brasil, com o argumento de que vai piorar a qualidade. Alguns até reconhecem o seu efeito democratizante, mas temem que traga ainda mais dificuldades a um sistema educacional com problemas. Os dois últimos Enades, no entanto, mostram que este temor é injustificado", avalia o diretor de Estatísticas e Avaliação da Educação Superior, Dilvo Ristoff. A educação a distância é uma das principais apostas do Ministério da Educação na área de formação de professores. Inspirado num programa iniciado há seis anos pelo governo do Rio, o MEC criou a UAB (Universidade Aberta do Brasil), que funcionará como um consórcio formado por universidades e centros federais que oferecerão cursos a distância. O secretário de Educação a Distância do MEC, Carlos Eduardo Bielschowsky, diz que o foco na formação de professores nos primeiros cursos oferecidos pela UAB acontece não por uma limitação do curso a distância, mas sim para atender a uma demanda não atendida. "É possível estender a outras áreas, desde que não se abra mão da qualidade."
FONTE: FOLHA DE SÃO PAULO
Em 7 de 13 áreas onde comparação é possível no ensino superior, alunos de curso a distância superam demais estudantes. Levantamento do exame nacional mostra que vantagem nos primeiros anos de curso é ainda maior: 9 entre 13 áreas de ensino
A educação a distância, no Brasil, ainda é vista com desconfiança por boa parte da sociedade. Os primeiros resultados no Enade (exame do MEC que avalia o ensino superior) dos alunos que ingressaram em cursos superiores com essa modalidade de ensino, no entanto, mostram que, na maioria das áreas, eles estão se saindo melhor do que os estudantes que fazem o mesmo curso, mas da maneira tradicional. Pela primeira vez desde a criação do Enade (2004), o Inep (órgão de avaliação e pesquisa do MEC) comparou o desempenho dos alunos dos mesmos cursos nas modalidades a distância e presencial. Em sete das 13 áreas onde essa comparação é possível, alunos da modalidade a distância se saíram melhores do que os demais. Quando a análise é feita apenas levando em conta os alunos que ainda estão na fase inicial do curso -o Enade permite separar o desempenho de ingressantes e concluintes-, o quadro é ainda mais favorável ao ensino a distância: em nove das 13 áreas o resultado foi melhor. Nesses casos, turismo e ciências sociais apresentaram a maior vantagem favorável aos cursos a distância. Geografia e história foram os cursos em que o ensino presencial apresentou melhor desempenho. A análise só dos concluintes ainda é limitada porque apenas quatro áreas de nível superior -administração, formação de professores, matemática e pedagogia- já têm concluintes em número suficiente para que seja tirada uma média e comparada com a dos demais. Entre os concluintes, o melhor desempenho para estudantes a distância foi verificado em administração e matemática, enquanto em pedagogia e formação de professores o resultado foi inverso. Apesar de bem aceita em outros países, a educação a distância -em que a maior parte do curso não é realizada em sala de aula, com um professor- ainda não deslanchou no Brasil.
Quando a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, de 1996, sinalizou o incentivo dessa modalidade -regulamentada dois anos depois pelo governo federal- alguns especialistas esperavam um crescimento acelerado, afinal, o Brasil tinha -e ainda tem- uma imensa população sem nível superior espalhada por um território vasto. Não foi isso, porém, o que aconteceu. Segundo o último Censo da Educação Superior do MEC, relativo a 2005, havia apenas 115 mil alunos matriculados em cursos de graduação a distância -o total de universitários foi de 4,5 milhões. O censo mostra que os cursos despertam pouco interesse. Em 2005, foram oferecidas 423 mil vagas, mas apenas 234 mil estudantes se inscreveram em processos seletivos e, desses, somente 127 mil efetivamente ingressaram nos cursos. Fogo cruzado - "Apesar das inúmeras experiências bem-sucedidas em outros países, o ensino a distância continua sob fogo cruzado no Brasil, com o argumento de que vai piorar a qualidade. Alguns até reconhecem o seu efeito democratizante, mas temem que traga ainda mais dificuldades a um sistema educacional com problemas. Os dois últimos Enades, no entanto, mostram que este temor é injustificado", avalia o diretor de Estatísticas e Avaliação da Educação Superior, Dilvo Ristoff. A educação a distância é uma das principais apostas do Ministério da Educação na área de formação de professores. Inspirado num programa iniciado há seis anos pelo governo do Rio, o MEC criou a UAB (Universidade Aberta do Brasil), que funcionará como um consórcio formado por universidades e centros federais que oferecerão cursos a distância. O secretário de Educação a Distância do MEC, Carlos Eduardo Bielschowsky, diz que o foco na formação de professores nos primeiros cursos oferecidos pela UAB acontece não por uma limitação do curso a distância, mas sim para atender a uma demanda não atendida. "É possível estender a outras áreas, desde que não se abra mão da qualidade."
FONTE: FOLHA DE SÃO PAULO
quinta-feira, 23 de agosto de 2007
Unopar formou primeiros profissionais em Santiago
Há poucos dias assisti a primeira formatura da Unopar em Santiago. O auditório do colégio Medianeira ficou lotado para prestigiar os formandos de Tecnologia em Administração, Marketing e Turismo. Os cursos têm o reconhecimento do MEC e tiveram conceito "Muito Bom" no Enade. A avaliação é a mesma para universidades virtuais e presenciais. E aí, ainda resta alguma dúvida sobre a qualidade dos cursos oferecidos pela Unopar? São mais de 120 mil alunos matriculados em todo o país, em 400 municípios. E a tendência é crescer mais, pelos diferenciais que oferece. É a única que oferece aulas on-line, com a participação direta do professor e biblioteca digital com milhares de livros.
Há poucos dias assisti a primeira formatura da Unopar em Santiago. O auditório do colégio Medianeira ficou lotado para prestigiar os formandos de Tecnologia em Administração, Marketing e Turismo. Os cursos têm o reconhecimento do MEC e tiveram conceito "Muito Bom" no Enade. A avaliação é a mesma para universidades virtuais e presenciais. E aí, ainda resta alguma dúvida sobre a qualidade dos cursos oferecidos pela Unopar? São mais de 120 mil alunos matriculados em todo o país, em 400 municípios. E a tendência é crescer mais, pelos diferenciais que oferece. É a única que oferece aulas on-line, com a participação direta do professor e biblioteca digital com milhares de livros.
sexta-feira, 10 de agosto de 2007
Se Você Está Desanimado .... (como eu, hoje)
Conheça um homem que Faliu aos 31 anos
Perdeu as eleições para Deputado Estadual aos 32 anos
Faliu novamente aos 34 anos
Perdeu novamente para a Assembléia Estadual aos 35
Perdeu para o congresso aos 36
Perdeu para a campanha presidencial aos 38
Perdeu eleições para Deputado Federal aos 43
Perdeu novamente para Deputado Estadual aos 46
Perdeu novamente para Deputado Federal aos 48
Perdeu as eleições do Senado aos 55 anos
Perdeu a campanha de Vice-Presidente aos 56
Novamente perdeu para Senador aos 58
Aos 60 anos elegeu-se Presidente dos Estados Unidos da América.
Seu Nome: Abraham Lincon
Conheça um homem que Faliu aos 31 anos
Perdeu as eleições para Deputado Estadual aos 32 anos
Faliu novamente aos 34 anos
Perdeu novamente para a Assembléia Estadual aos 35
Perdeu para o congresso aos 36
Perdeu para a campanha presidencial aos 38
Perdeu eleições para Deputado Federal aos 43
Perdeu novamente para Deputado Estadual aos 46
Perdeu novamente para Deputado Federal aos 48
Perdeu as eleições do Senado aos 55 anos
Perdeu a campanha de Vice-Presidente aos 56
Novamente perdeu para Senador aos 58
Aos 60 anos elegeu-se Presidente dos Estados Unidos da América.
Seu Nome: Abraham Lincon
quinta-feira, 2 de agosto de 2007
O cliente levado a sério
ANNE FIELD/ Harvard Business Review
Muitos executivos e gestores estimulam seus funcionários a colocarem o cliente no centro de tudo o que fazem. Apesar de toda a paixão e convicção de suas palavras, o verdadeiro foco no consumidor permanece na teoria.- É fácil as empresas acabarem focadas em seu interior, preocuparem-se com suas próprias atividades e não com a situação de seus clientes. Acham que estão priorizando o consumidor, mas não estão - diz Rita Gunther McGrath, professora de gestão na Universidade de Columbia.Rita cita um fabricante de materiais industriais cujos gestores se consideravam muito centrados no cliente em função de seus altos padrões de qualidade. O problema é que a definição de alta qualidade era tão limitada que omitia como os clientes de fato usavam o produto. A companhia embalava o material em caixas de 50 libras (22,6 quilos), mas os clientes na maioria das vezes precisavam de apenas 30 libras (18,6 quilos). O produto estragava quando exposto ao ar, por isso o excedente acabava no lixo. Os gestores só perceberam o erro quando abandonaram suas presunções e passaram um tempo em campo, observando os clientes em ação. Assim, a empresa passou a comercializar caixas menores - aumentando a satisfação do consumidor e as vendas. Então, o que líderes podem fazer para tornar o foco no consumidor uma realidade em suas organizações? Em primeiro lugar, precisam demonstrar comprometimento genuíno com o cliente - a mudança real começa de cima. Depois, fazer com que todos os empregados entendam o que está em jogo e permitir que lidem com as necessidades dos consumidores de forma pró-ativa. Além disso, devem garantir que suas organizações reconheçam e premiem as ações focadas no consumidor desenvolvidas pelos empregados. Finalmente, devem estabelecer sistemas para repassar as percepções dos consumidores entre os empregados e até o topo da organização.
Comprometimento genuíno
Quando os funcionários vêem que os líderes - de supervisores diretos a executivos - estão comprometidos em manter o cliente em primeiro plano, é mais provável que também sigam o mesmo foco. Para cultivar esse comprometimento em sua organização e torná-lo visível, uma alternativa é determinar que a equipe executiva autorize seus subordinados a terem contato regular com os consumidores. Rita cita o exemplo do chefe da divisão de cartões de crédito de uma grande companhia de serviços financeiros. Ele pediu que os empregados relatassem na reunião mensal do grupo pelo menos uma lição que haviam aprendido de um consumidor recentemente, conta Rita:- Não foram necessárias muitas reuniões para que as pessoas percebessem como ele estava levando isso a sério e para que essa idéia se espalhasse por toda a companhia.Outra abordagem é feita por empresas de bens de consumo. Essas organizações determinam que gestores-sêniores passem pelo menos um dia inteiro por mês em um supermercado para testemunhar como clientes interagem com seus produtos, conta Rita. Mas isso não significa que gestores-sêniores precisem gastar vários dias ao ano em campo, pondera Jonathan M. Tisch, presidente e executivo-chefe da rede de hotéis Loews, com sede em Nova York. As mensagens sobre o comprometimento devem ser claras, para que ninguém tenha dúvida sobre as prioridades da organização.- Os gestores-sêniores não podem ficar em campo o tempo inteiro. Eles precisam garantir que todos na organização comprem a idéia e que o foco no cliente se torne prioridade e realidade - afirma o executivo. Tisch promove reuniões coletivas e usa a intranet da companhia para se comunicar com os funcionários, mas ressalta que a melhor maneira de explicar a importância de priorizar o consumidor é por meio de canais mais pessoais e diretos:- Diversas vezes ao ano, membros do departamento de recursos humanos ministram aulas para os funcionários. Nessas aulas, eles definem claramente as expectativas em relação aos serviços e enfatizam como é complicado alcançar essas expectativas, porque nosso cliente é sofisticado.
Entenda o que está em jogo
Como destacou Tisch, para conseguir o apoio dos empregados, é preciso que eles compreendam o que está em jogo. Cada funcionário precisa entender como seu desempenho afeta o cliente e a empresa.- As pessoas deveriam perceber a ligação entre o que fazem e os resultados em longo prazo - ressalta W. Earl Sasser Jr., professor da Harvard Business School.Para deixar isso claro, use uma linguagem que o empregado entenda. Por exemplo, o presidente de uma revendedora de carros calculou o chamado lifetime value (lucro estimado que um cliente pode gerar para a empresa ao longo da sua vida útil) médio de um cliente em US$ 332 mil e insistiu que os empregados tivessem esse número em mente durante cada interação com o consumidor. Por quê? Dessa forma, os empregados puderam entender o potencial custo de não buscar o seu melhor até nas ações que pareciam mais insignificantes.- Perceberam isso quando um cliente chegou para uma troca de óleo. Se não fornecessem o melhor serviço, colocariam US$ 332 mil em risco - diz Sasser.Engajados em soluções Se os empregados sentem que têm poderes reais para resolver problemas e recebem as ferramentas necessárias para agir, é mais provável que priorizar o cliente se torne parte integral de sua rotina. Além disso, a chance é de que sejam funcionários mais felizes, produtivos e valiosos.Trata-se do que Sasser chama cadeia de serviços e lucro, que associa a satisfação do cliente a lucratividade e crescimento. Pesquisa conduzida por Sasser e seus colegas revelou que trabalhadores se sentem mais realizados quando têm autoridade para resolver os problemas dos clientes. A satisfação dos empregados leva à lealdade, o que, por sua vez, aumenta a produtividade - substituir empregados experientes é caro. A produtividade aumenta o valor, o valor leva à satisfação do consumidor, que leva à lealdade, que, finalmente, aumenta o lucro e estimula o crescimento.Veja-se o caso da MBNA, companhia de cartão de crédito que recentemente se fundiu com o Bank of America. Nos anos 80, conta Sasser, o executivo-chefe da MBNA fez duas descobertas: levava-se cinco anos, em média, para recuperar o investimento de atrair novos clientes e a lealdade do consumidor era de apenas quatro anos. Por isso, ele pediu a ajuda de empregados para encontrar a causa da deserção dos clientes. Ao entrevistar clientes que haviam cancelado cartões, os empregados ouviram uma série de reclamações, como dificuldades em resolver problemas com tarifas contestadas ou conseguir que o limite do cartão aumentasse. Em conjunto, eles pensaram em formas de lidar com essas questões, aumentando a satisfação e a retenção dos clientes. O processo de encontrar soluções para o consumidor incentivou o comprometimento desses empregados. Além de aumentar a retenção de empregados, a medida ajudou a segurar clientes.
ANNE FIELD/ Harvard Business Review
Muitos executivos e gestores estimulam seus funcionários a colocarem o cliente no centro de tudo o que fazem. Apesar de toda a paixão e convicção de suas palavras, o verdadeiro foco no consumidor permanece na teoria.- É fácil as empresas acabarem focadas em seu interior, preocuparem-se com suas próprias atividades e não com a situação de seus clientes. Acham que estão priorizando o consumidor, mas não estão - diz Rita Gunther McGrath, professora de gestão na Universidade de Columbia.Rita cita um fabricante de materiais industriais cujos gestores se consideravam muito centrados no cliente em função de seus altos padrões de qualidade. O problema é que a definição de alta qualidade era tão limitada que omitia como os clientes de fato usavam o produto. A companhia embalava o material em caixas de 50 libras (22,6 quilos), mas os clientes na maioria das vezes precisavam de apenas 30 libras (18,6 quilos). O produto estragava quando exposto ao ar, por isso o excedente acabava no lixo. Os gestores só perceberam o erro quando abandonaram suas presunções e passaram um tempo em campo, observando os clientes em ação. Assim, a empresa passou a comercializar caixas menores - aumentando a satisfação do consumidor e as vendas. Então, o que líderes podem fazer para tornar o foco no consumidor uma realidade em suas organizações? Em primeiro lugar, precisam demonstrar comprometimento genuíno com o cliente - a mudança real começa de cima. Depois, fazer com que todos os empregados entendam o que está em jogo e permitir que lidem com as necessidades dos consumidores de forma pró-ativa. Além disso, devem garantir que suas organizações reconheçam e premiem as ações focadas no consumidor desenvolvidas pelos empregados. Finalmente, devem estabelecer sistemas para repassar as percepções dos consumidores entre os empregados e até o topo da organização.
Comprometimento genuíno
Quando os funcionários vêem que os líderes - de supervisores diretos a executivos - estão comprometidos em manter o cliente em primeiro plano, é mais provável que também sigam o mesmo foco. Para cultivar esse comprometimento em sua organização e torná-lo visível, uma alternativa é determinar que a equipe executiva autorize seus subordinados a terem contato regular com os consumidores. Rita cita o exemplo do chefe da divisão de cartões de crédito de uma grande companhia de serviços financeiros. Ele pediu que os empregados relatassem na reunião mensal do grupo pelo menos uma lição que haviam aprendido de um consumidor recentemente, conta Rita:- Não foram necessárias muitas reuniões para que as pessoas percebessem como ele estava levando isso a sério e para que essa idéia se espalhasse por toda a companhia.Outra abordagem é feita por empresas de bens de consumo. Essas organizações determinam que gestores-sêniores passem pelo menos um dia inteiro por mês em um supermercado para testemunhar como clientes interagem com seus produtos, conta Rita. Mas isso não significa que gestores-sêniores precisem gastar vários dias ao ano em campo, pondera Jonathan M. Tisch, presidente e executivo-chefe da rede de hotéis Loews, com sede em Nova York. As mensagens sobre o comprometimento devem ser claras, para que ninguém tenha dúvida sobre as prioridades da organização.- Os gestores-sêniores não podem ficar em campo o tempo inteiro. Eles precisam garantir que todos na organização comprem a idéia e que o foco no cliente se torne prioridade e realidade - afirma o executivo. Tisch promove reuniões coletivas e usa a intranet da companhia para se comunicar com os funcionários, mas ressalta que a melhor maneira de explicar a importância de priorizar o consumidor é por meio de canais mais pessoais e diretos:- Diversas vezes ao ano, membros do departamento de recursos humanos ministram aulas para os funcionários. Nessas aulas, eles definem claramente as expectativas em relação aos serviços e enfatizam como é complicado alcançar essas expectativas, porque nosso cliente é sofisticado.
Entenda o que está em jogo
Como destacou Tisch, para conseguir o apoio dos empregados, é preciso que eles compreendam o que está em jogo. Cada funcionário precisa entender como seu desempenho afeta o cliente e a empresa.- As pessoas deveriam perceber a ligação entre o que fazem e os resultados em longo prazo - ressalta W. Earl Sasser Jr., professor da Harvard Business School.Para deixar isso claro, use uma linguagem que o empregado entenda. Por exemplo, o presidente de uma revendedora de carros calculou o chamado lifetime value (lucro estimado que um cliente pode gerar para a empresa ao longo da sua vida útil) médio de um cliente em US$ 332 mil e insistiu que os empregados tivessem esse número em mente durante cada interação com o consumidor. Por quê? Dessa forma, os empregados puderam entender o potencial custo de não buscar o seu melhor até nas ações que pareciam mais insignificantes.- Perceberam isso quando um cliente chegou para uma troca de óleo. Se não fornecessem o melhor serviço, colocariam US$ 332 mil em risco - diz Sasser.Engajados em soluções Se os empregados sentem que têm poderes reais para resolver problemas e recebem as ferramentas necessárias para agir, é mais provável que priorizar o cliente se torne parte integral de sua rotina. Além disso, a chance é de que sejam funcionários mais felizes, produtivos e valiosos.Trata-se do que Sasser chama cadeia de serviços e lucro, que associa a satisfação do cliente a lucratividade e crescimento. Pesquisa conduzida por Sasser e seus colegas revelou que trabalhadores se sentem mais realizados quando têm autoridade para resolver os problemas dos clientes. A satisfação dos empregados leva à lealdade, o que, por sua vez, aumenta a produtividade - substituir empregados experientes é caro. A produtividade aumenta o valor, o valor leva à satisfação do consumidor, que leva à lealdade, que, finalmente, aumenta o lucro e estimula o crescimento.Veja-se o caso da MBNA, companhia de cartão de crédito que recentemente se fundiu com o Bank of America. Nos anos 80, conta Sasser, o executivo-chefe da MBNA fez duas descobertas: levava-se cinco anos, em média, para recuperar o investimento de atrair novos clientes e a lealdade do consumidor era de apenas quatro anos. Por isso, ele pediu a ajuda de empregados para encontrar a causa da deserção dos clientes. Ao entrevistar clientes que haviam cancelado cartões, os empregados ouviram uma série de reclamações, como dificuldades em resolver problemas com tarifas contestadas ou conseguir que o limite do cartão aumentasse. Em conjunto, eles pensaram em formas de lidar com essas questões, aumentando a satisfação e a retenção dos clientes. O processo de encontrar soluções para o consumidor incentivou o comprometimento desses empregados. Além de aumentar a retenção de empregados, a medida ajudou a segurar clientes.
segunda-feira, 30 de julho de 2007
Bancários protestam contra venda do Banrisul
Os bancários definiram a estratégia e as reivindicações para a campanha salarial de 2007 e aprovaram mobilização contra a venda de ações do Banrisul. Na terça, dia 1º de agosto, quando está previsto o leilão dos papéis, a categoria se une em um ato de protesto em frente à Bolsa de Valores na capital paulista, com presença de bancários dos setores público e privado. Conforme o presidente do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região (SindBancários), Juberlei Baes Bacelo, a luta contra a privatização de bancos estaduais - os escassos que ainda subsistem, é causa comum. – A venda de ações é o primeiro passo para a privatização e experiências em outros Estados mostram que as instituições adotaram a lógica do lucro e afastaram-se das comunidades e de seu papel de indutor do desenvolvimento regional – preveniu Bacelo.
FONTE: ZERO HORA / 30/07/2007
Começou....e demorou... Sou favorável a privatização, até porque não entendo para que um Estado precisa ter um banco. No que depender de mim, já vai tarde.
Os bancários definiram a estratégia e as reivindicações para a campanha salarial de 2007 e aprovaram mobilização contra a venda de ações do Banrisul. Na terça, dia 1º de agosto, quando está previsto o leilão dos papéis, a categoria se une em um ato de protesto em frente à Bolsa de Valores na capital paulista, com presença de bancários dos setores público e privado. Conforme o presidente do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região (SindBancários), Juberlei Baes Bacelo, a luta contra a privatização de bancos estaduais - os escassos que ainda subsistem, é causa comum. – A venda de ações é o primeiro passo para a privatização e experiências em outros Estados mostram que as instituições adotaram a lógica do lucro e afastaram-se das comunidades e de seu papel de indutor do desenvolvimento regional – preveniu Bacelo.
FONTE: ZERO HORA / 30/07/2007
Começou....e demorou... Sou favorável a privatização, até porque não entendo para que um Estado precisa ter um banco. No que depender de mim, já vai tarde.
terça-feira, 24 de julho de 2007
Aparências que enganam
Nesse palco do absurdo que é o mundo, a maior parte dos comportamentos não passam de encenações. Afinal, o que vale são as aparências e não as essências; o modo como se fala e não o que se fala, a simulação do que se sente e não o que se sente. Vale parecer religioso, patriota, bom pai de família, culto, sábio, vitorioso, ético. O que importa é ter e não ser. E nas contínuas tragédias e comédias da vida vence o melhor ator, sendo que nada garante mais sucesso do que ser politicamente correto, bajulador, sorridente, pois essas são as "qualidades" capazes de granjear aplausos, conquistar mentes, aquecer corações. Para Thomas Hobbes, o grande filósofo político inglês, "para todo homem, outro homem é um concorrente, como ele ávido de poder sob todas as suas formas". Concorrência, desconfiança recíproca, avidez de gloria ou de fama, têm por resultado a guerra perpétua de ‘cada um contra cada um’, de todos contra todos. Guerra, isto é, não só ‘o fato atual de bater-se, mas a vontade averiguada de bater-se, enquanto existe tal vontade, há guerra e não paz, e o homem é um lobo para o homem: homo homini lupus.
Dito isso, o fato que descobri recentemente mudará os rumos políticos de um pequeno município da região. O lobo, em pele de cordeiro, está para ser desmascarado. E de nada valerá o dinheiro, pois para algumas pessoas, dignidade e respeito ainda vale mais que esse vil metal.
Nesse palco do absurdo que é o mundo, a maior parte dos comportamentos não passam de encenações. Afinal, o que vale são as aparências e não as essências; o modo como se fala e não o que se fala, a simulação do que se sente e não o que se sente. Vale parecer religioso, patriota, bom pai de família, culto, sábio, vitorioso, ético. O que importa é ter e não ser. E nas contínuas tragédias e comédias da vida vence o melhor ator, sendo que nada garante mais sucesso do que ser politicamente correto, bajulador, sorridente, pois essas são as "qualidades" capazes de granjear aplausos, conquistar mentes, aquecer corações. Para Thomas Hobbes, o grande filósofo político inglês, "para todo homem, outro homem é um concorrente, como ele ávido de poder sob todas as suas formas". Concorrência, desconfiança recíproca, avidez de gloria ou de fama, têm por resultado a guerra perpétua de ‘cada um contra cada um’, de todos contra todos. Guerra, isto é, não só ‘o fato atual de bater-se, mas a vontade averiguada de bater-se, enquanto existe tal vontade, há guerra e não paz, e o homem é um lobo para o homem: homo homini lupus.
Dito isso, o fato que descobri recentemente mudará os rumos políticos de um pequeno município da região. O lobo, em pele de cordeiro, está para ser desmascarado. E de nada valerá o dinheiro, pois para algumas pessoas, dignidade e respeito ainda vale mais que esse vil metal.
quarta-feira, 18 de julho de 2007
Entrevista com Marcos Cavalcanti, especialista em gestão de conhecimento publicada em Zero Hora, em 5 de julho de 2007.
Vale a pena analisar...boa leitura!!!
Equação para dividir conhecimentos
Membro do Novo Clube de Paris, que discute temas como gestão na era do conhecimento, Marcos Cavalcanti esteve em Porto Alegre na terça-feira para falar sobre o assunto durante a oitava edição do Congresso Internacional da Qualidade para a Competitividade.Doutor em informática pela Universidade de Paris e coordenador do Centro de Referência em Inteligência Empresarial, ligado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Cavalcanti é autor de obras e artigos sobre o tema. Abaixo, leia os principais trechos da entrevista que concedeu a Zero Hora:
Zero Hora - A gestão do conhecimento é uma área pouco ou nada trabalhada pelas empresas. Por quê?
Marcos Cavalcanti - Embora várias empresas já tenham trabalhos nesta área, com pessoas para cuidar desses assuntos, como a Petrobras e a Embratel, a maioria ainda ignora o assunto. Existe um estudo da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico, mostrando que, em 2000, cerca de 55% da riqueza criada no mundo o foi pelo conhecimento, e 45% se dividiam entre terra, capital, trabalho, energia e matéria-prima. Esses cinco fatores são os que a gente chama de fatores de produção, ou seja, aquelas coisas de que sempre se precisou fazer uso para produzir riqueza. Até hoje, sempre aprendemos a gerenciar apenas esses fatores. E a lógica dessa gestão não funciona na economia do conhecimento. Por exemplo, se eu tiver R$ 50 na minha conta bancária e compartilhar esse dinheiro com alguém, essa pessoa vai ficar R$ 25 mais rica, e eu vou ficar R$ 25 mais pobre. Se eu compartilhar capital, eu empobreço, mas o fato de contar para os outros tudo o que sei sobre um assunto não me torna mais pobre de conhecimento. Pelo contrário. Se boa parte das empresas não entender isso, vai acabar não conseguindo competir.
ZH - Com que setor ou área, geralmente, fica a responsabilidade sobre a gestão do conhecimento?
Cavalcanti - Essa é uma área multidisciplinar. Para fazer a gestão do conhecimento, a gente olha quatro dimensões: primeiro para o ambiente de negócios, onde preciso ter informações sobre leis que podem modificar o meu negócio. O segundo é o capital estrutural, são os processos, as maneiras, a marca, a patente. São propriedades da organização, que (delas) pode fazer uso a hora que quiser. O terceiro capital do conhecimento é o capital humano, que são as pessoas. E o quarto capital é o de relacionamento, ou seja, a rede de relacionamentos que a empresa consegue estabelecer. Então, na gestão do conhecimento, você tem de ter gente da área recursos humanos, da área de tecnologia, pessoas com visão estratégica que conheçam o negócio. O profissional que vai atuar como gestor de uma empresa na sociedade do conhecimento é uma pessoa que não está sendo formada, hoje, nas escolas de gestão tradicionais. Tanto que criamos (na Universidade Federal do Rio de Janeiro) uma pós-graduação em gestão do conhecimento e inteligência empresarial.
ZH - Como se compartilha o conhecimento? É por meio da criação de um banco de dados centralizado com informações relevantes, ao qual várias pessoas tenham acesso?
Cavalcanti - Não, dessa forma você vai apenas criar um portal na sua empresa. Vai pedir para todo mundo colocar informações ali e ninguém vai fazê-lo, porque, se não mexer na cultura e nos valores da empresa, se não valorizar a atitude de compartilhar o conhecimento, ninguém vai aderir. Isso só vai acontecer se for estratégico, se for percebido como importante por todos e se as pessoas sentirem que estão ganhando alguma coisa. A tecnologia é só um meio. ZH - As pessoas, em geral, têm medo de dividir o conhecimento e deixar de ser essenciais na organização. Essa é a maior barreira?Cavalcanti - Exatamente. Costumamos dizer que informação é poder, que ao esconder informações dos outros, as pessoas podem se tornar mais poderosas e usar essas informações em seu próprio favor. Quebrar essa lógica, portanto, onde departamentos e pessoas não se comunicam, não é uma questão fácil. Estamos entrando em um mundo onde é cada vez mais difícil esconder a informação.
ZH - É possível apontar que colaboradores são, em geral, mais resistentes em dividir o conhecimento?
Cavalcanti - Em geral, é a gerência de nível intermediário, porque esse funcionário é o que tem mais a perder. O grande gestor é quem manda e pode dizer o que sabe porque ele não se sente ameaçado. Já quem está no nível intermediário teme perder a posição. E, se as coisas mudarem, será porque o grande gestor foi o patrocinador da troca de cultura. ZH - Pode-se afirmar que, quanto maior a empresa, mais necessário é compartilhar as informações? Cavalcanti - Com certeza. Em uma grande empresa, a informação tende a ser muito dispersa. Na Petrobras, por exemplo, é comum eles me chamaram em três lugares diferentes para falar a mesma coisa, me pagando três vezes pela mesma informação, porque a área de produção tem uma pessoa específica, e área de abastecimento tem outra, que não fala com a área de distribuição, e as informações não circulam dentro da empresa. É como se fossem armazenadas muitas coisas, como produtos agrícolas em silos. Em uma grande empresa, há muitos conhecimentos escondidos e isso é uma riqueza não-utilizada.
ZH - Para iniciar um trabalho de gestão do conhecimento, é preciso investimento ou se pode dar os primeiros passos sem desembolsar recurso algum?
Cavalcanti - O fundamental é investir em pessoas. Portanto, você não precisa, necessariamente, gastar dinheiro. Precisa apenas ter as pessoas certas e uma metodologia adequada. Pode fazer muita coisa mesmo sem comprar computador. Normalmente, as pessoas querem logo comprar um software e resolver tudo. Não é um investimento desse tipo que vai mudar a cara da empresa. O que vai funcionar é ter as pessoas certas, com a visão adequada e a metodologia que funcione.
ZH - A gestão do conhecimento é uma área pouco ou nada trabalhada pelas empresas. Por quê?
Marcos Cavalcanti - Embora várias empresas já tenham trabalhos nesta área, com pessoas para cuidar desses assuntos, como a Petrobras e a Embratel, a maioria ainda ignora o assunto. Existe um estudo da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico, mostrando que, em 2000, cerca de 55% da riqueza criada no mundo o foi pelo conhecimento, e 45% se dividiam entre terra, capital, trabalho, energia e matéria-prima. Esses cinco fatores são os que a gente chama de fatores de produção, ou seja, aquelas coisas de que sempre se precisou fazer uso para produzir riqueza. Até hoje, sempre aprendemos a gerenciar apenas esses fatores. E a lógica dessa gestão não funciona na economia do conhecimento. Por exemplo, se eu tiver R$ 50 na minha conta bancária e compartilhar esse dinheiro com alguém, essa pessoa vai ficar R$ 25 mais rica, e eu vou ficar R$ 25 mais pobre. Se eu compartilhar capital, eu empobreço, mas o fato de contar para os outros tudo o que sei sobre um assunto não me torna mais pobre de conhecimento. Pelo contrário. Se boa parte das empresas não entender isso, vai acabar não conseguindo competir.
ZH - Com que setor ou área, geralmente, fica a responsabilidade sobre a gestão do conhecimento?
Cavalcanti - Essa é uma área multidisciplinar. Para fazer a gestão do conhecimento, a gente olha quatro dimensões: primeiro para o ambiente de negócios, onde preciso ter informações sobre leis que podem modificar o meu negócio. O segundo é o capital estrutural, são os processos, as maneiras, a marca, a patente. São propriedades da organização, que (delas) pode fazer uso a hora que quiser. O terceiro capital do conhecimento é o capital humano, que são as pessoas. E o quarto capital é o de relacionamento, ou seja, a rede de relacionamentos que a empresa consegue estabelecer. Então, na gestão do conhecimento, você tem de ter gente da área recursos humanos, da área de tecnologia, pessoas com visão estratégica que conheçam o negócio. O profissional que vai atuar como gestor de uma empresa na sociedade do conhecimento é uma pessoa que não está sendo formada, hoje, nas escolas de gestão tradicionais. Tanto que criamos (na Universidade Federal do Rio de Janeiro) uma pós-graduação em gestão do conhecimento e inteligência empresarial.
ZH - Como se compartilha o conhecimento? É por meio da criação de um banco de dados centralizado com informações relevantes, ao qual várias pessoas tenham acesso?
Cavalcanti - Não, dessa forma você vai apenas criar um portal na sua empresa. Vai pedir para todo mundo colocar informações ali e ninguém vai fazê-lo, porque, se não mexer na cultura e nos valores da empresa, se não valorizar a atitude de compartilhar o conhecimento, ninguém vai aderir. Isso só vai acontecer se for estratégico, se for percebido como importante por todos e se as pessoas sentirem que estão ganhando alguma coisa. A tecnologia é só um meio.
ZH - As pessoas, em geral, têm medo de dividir o conhecimento e deixar de ser essenciais na organização. Essa é a maior barreira?
Cavalcanti - Exatamente. Costumamos dizer que informação é poder, que ao esconder informações dos outros, as pessoas podem se tornar mais poderosas e usar essas informações em seu próprio favor. Quebrar essa lógica, portanto, onde departamentos e pessoas não se comunicam, não é uma questão fácil. Estamos entrando em um mundo onde é cada vez mais difícil esconder a informação.
ZH - É possível apontar que colaboradores são, em geral, mais resistentes em dividir o conhecimento?
Cavalcanti - Em geral, é a gerência de nível intermediário, porque esse funcionário é o que tem mais a perder. O grande gestor é quem manda e pode dizer o que sabe porque ele não se sente ameaçado. Já quem está no nível intermediário teme perder a posição. E, se as coisas mudarem, será porque o grande gestor foi o patrocinador da troca de cultura. ZH - Pode-se afirmar que, quanto maior a empresa, mais necessário é compartilhar as informações? Cavalcanti - Com certeza. Em uma grande empresa, a informação tende a ser muito dispersa. Na Petrobras, por exemplo, é comum eles me chamaram em três lugares diferentes para falar a mesma coisa, me pagando três vezes pela mesma informação, porque a área de produção tem uma pessoa específica, e área de abastecimento tem outra, que não fala com a área de distribuição, e as informações não circulam dentro da empresa. É como se fossem armazenadas muitas coisas, como produtos agrícolas em silos. Em uma grande empresa, há muitos conhecimentos escondidos e isso é uma riqueza não-utilizada.
ZH - Para iniciar um trabalho de gestão do conhecimento, é preciso investimento ou se pode dar os primeiros passos sem desembolsar recurso algum?
Cavalcanti - O fundamental é investir em pessoas. Portanto, você não precisa, necessariamente, gastar dinheiro. Precisa apenas ter as pessoas certas e uma metodologia adequada. Pode fazer muita coisa mesmo sem comprar computador. Normalmente, as pessoas querem logo comprar um software e resolver tudo. Não é um investimento desse tipo que vai mudar a cara da empresa. O que vai funcionar é ter as pessoas certas, com a visão adequada e a metodologia que funcione.
ZH - A gestão do conhecimento é uma área pouco ou nada trabalhada pelas empresas. Por quê?
Marcos Cavalcanti - Embora várias empresas já tenham trabalhos nesta área, com pessoas para cuidar desses assuntos, como a Petrobras e a Embratel, a maioria ainda ignora o assunto. Existe um estudo da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico, mostrando que, em 2000, cerca de 55% da riqueza criada no mundo o foi pelo conhecimento, e 45% se dividiam entre terra, capital, trabalho, energia e matéria-prima. Esses cinco fatores são os que a gente chama de fatores de produção, ou seja, aquelas coisas de que sempre se precisou fazer uso para produzir riqueza. Até hoje, sempre aprendemos a gerenciar apenas esses fatores. E a lógica dessa gestão não funciona na economia do conhecimento. Por exemplo, se eu tiver R$ 50 na minha conta bancária e compartilhar esse dinheiro com alguém, essa pessoa vai ficar R$ 25 mais rica, e eu vou ficar R$ 25 mais pobre. Se eu compartilhar capital, eu empobreço, mas o fato de contar para os outros tudo o que sei sobre um assunto não me torna mais pobre de conhecimento. Pelo contrário. Se boa parte das empresas não entender isso, vai acabar não conseguindo competir.
ZH - Com que setor ou área, geralmente, fica a responsabilidade sobre a gestão do conhecimento?
Cavalcanti - Essa é uma área multidisciplinar. Para fazer a gestão do conhecimento, a gente olha quatro dimensões: primeiro para o ambiente de negócios, onde preciso ter informações sobre leis que podem modificar o meu negócio. O segundo é o capital estrutural, são os processos, as maneiras, a marca, a patente. São propriedades da organização, que (delas) pode fazer uso a hora que quiser. O terceiro capital do conhecimento é o capital humano, que são as pessoas. E o quarto capital é o de relacionamento, ou seja, a rede de relacionamentos que a empresa consegue estabelecer. Então, na gestão do conhecimento, você tem de ter gente da área recursos humanos, da área de tecnologia, pessoas com visão estratégica que conheçam o negócio. O profissional que vai atuar como gestor de uma empresa na sociedade do conhecimento é uma pessoa que não está sendo formada, hoje, nas escolas de gestão tradicionais. Tanto que criamos (na Universidade Federal do Rio de Janeiro) uma pós-graduação em gestão do conhecimento e inteligência empresarial.
ZH - Como se compartilha o conhecimento? É por meio da criação de um banco de dados centralizado com informações relevantes, ao qual várias pessoas tenham acesso?
Cavalcanti - Não, dessa forma você vai apenas criar um portal na sua empresa. Vai pedir para todo mundo colocar informações ali e ninguém vai fazê-lo, porque, se não mexer na cultura e nos valores da empresa, se não valorizar a atitude de compartilhar o conhecimento, ninguém vai aderir. Isso só vai acontecer se for estratégico, se for percebido como importante por todos e se as pessoas sentirem que estão ganhando alguma coisa. A tecnologia é só um meio.
ZH - As pessoas, em geral, têm medo de dividir o conhecimento e deixar de ser essenciais na organização. Essa é a maior barreira?
Cavalcanti - Exatamente. Costumamos dizer que informação é poder, que ao esconder informações dos outros, as pessoas podem se tornar mais poderosas e usar essas informações em seu próprio favor. Quebrar essa lógica, portanto, onde departamentos e pessoas não se comunicam, não é uma questão fácil. Estamos entrando em um mundo onde é cada vez mais difícil esconder a informação.
ZH - É possível apontar que colaboradores são, em geral, mais resistentes em dividir o conhecimento?
Cavalcanti - Em geral, é a gerência de nível intermediário, porque esse funcionário é o que tem mais a perder. O grande gestor é quem manda e pode dizer o que sabe porque ele não se sente ameaçado. Já quem está no nível intermediário teme perder a posição. E, se as coisas mudarem, será porque o grande gestor foi o patrocinador da troca de cultura. ZH - Pode-se afirmar que, quanto maior a empresa, mais necessário é compartilhar as informações? Cavalcanti - Com certeza. Em uma grande empresa, a informação tende a ser muito dispersa. Na Petrobras, por exemplo, é comum eles me chamaram em três lugares diferentes para falar a mesma coisa, me pagando três vezes pela mesma informação, porque a área de produção tem uma pessoa específica, e área de abastecimento tem outra, que não fala com a área de distribuição, e as informações não circulam dentro da empresa. É como se fossem armazenadas muitas coisas, como produtos agrícolas em silos. Em uma grande empresa, há muitos conhecimentos escondidos e isso é uma riqueza não-utilizada.
ZH - Para iniciar um trabalho de gestão do conhecimento, é preciso investimento ou se pode dar os primeiros passos sem desembolsar recurso algum?
Cavalcanti - O fundamental é investir em pessoas. Portanto, você não precisa, necessariamente, gastar dinheiro. Precisa apenas ter as pessoas certas e uma metodologia adequada. Pode fazer muita coisa mesmo sem comprar computador. Normalmente, as pessoas querem logo comprar um software e resolver tudo. Não é um investimento desse tipo que vai mudar a cara da empresa. O que vai funcionar é ter as pessoas certas, com a visão adequada e a metodologia que funcione.
Relaxa e goza
Estava escrito que mais ou menos dia outra grande tragédia aérea iria atingir os brasileiros, tal o descaso deste governo que está aí, que vangloria-se de ter acabado com a miséria distribuindo esmolas a uma cambada de vagabundos que deixa de trabalhar para sobreviver com pouco mais de 40 reais do Bolsa Família. Desde o acidente da Gol, no ano passado, que controladores e imprensa vêm avisando que nossos aeroportos estão ultrapassados (salvo o Salgado Filho e alguns do Nordeste). E o que os cupinchas do presidente fazem? Botam a culpa nos controladores aéreos e nos mandam relaxar e gozar. Já que o Lula mandou entregar para pousos e decolagens uma pista inacabada em Congonhas, por que não convidou seus ministros para um teste-drive? Ao invés de vaias, hoje os brasileiros o estariam aplaudindo.
Tragédia gaúcha
O Rio Grande vestiu-se de luto para chorar seus mortos, entre eles o deputado federal Júlio Redecker e o ex-presidente do Inter, Paulo Rogério Amoretty. A tragédia só não foi maior porque o time do Grêmio, que ia jogar em Goiânia, trocou de planos e viajou direto a Brasília, sem passar por São Paulo. A dúvida agora é qual desculpa o governo vai dar para mais essa tragédia. Culpar controladores desta vez não cola. Se alguém alegar falha mecânica, o caso deve ser resolvido pelos gaúchos e me prontifico a ajudar. Meia dúzia de rabos-de-tatus e alguns facões são suficientes para ajustar o que não está funcionando lá no Palácio do Planalto. Eu me prontifico a correr um deles até Garanhuns, em Pernambuco.
Estava escrito que mais ou menos dia outra grande tragédia aérea iria atingir os brasileiros, tal o descaso deste governo que está aí, que vangloria-se de ter acabado com a miséria distribuindo esmolas a uma cambada de vagabundos que deixa de trabalhar para sobreviver com pouco mais de 40 reais do Bolsa Família. Desde o acidente da Gol, no ano passado, que controladores e imprensa vêm avisando que nossos aeroportos estão ultrapassados (salvo o Salgado Filho e alguns do Nordeste). E o que os cupinchas do presidente fazem? Botam a culpa nos controladores aéreos e nos mandam relaxar e gozar. Já que o Lula mandou entregar para pousos e decolagens uma pista inacabada em Congonhas, por que não convidou seus ministros para um teste-drive? Ao invés de vaias, hoje os brasileiros o estariam aplaudindo.
Tragédia gaúcha
O Rio Grande vestiu-se de luto para chorar seus mortos, entre eles o deputado federal Júlio Redecker e o ex-presidente do Inter, Paulo Rogério Amoretty. A tragédia só não foi maior porque o time do Grêmio, que ia jogar em Goiânia, trocou de planos e viajou direto a Brasília, sem passar por São Paulo. A dúvida agora é qual desculpa o governo vai dar para mais essa tragédia. Culpar controladores desta vez não cola. Se alguém alegar falha mecânica, o caso deve ser resolvido pelos gaúchos e me prontifico a ajudar. Meia dúzia de rabos-de-tatus e alguns facões são suficientes para ajustar o que não está funcionando lá no Palácio do Planalto. Eu me prontifico a correr um deles até Garanhuns, em Pernambuco.
segunda-feira, 16 de julho de 2007
Semana cheia
Depois de quatro dias de muito trabalho em Capão do Cipó, visitando os vencedores dos Melhores do Ano, tudo recomeça aqui na redação já nesta madrugada de segunda-feira, pois acordei as 5h20min e vim pra cá, olhar os jornais de final de semana, pois não tive acesso a eles no sábado e domingo. Ademais, preciso voltar a ler alguns livros sobre Administração e Marketing (on line), pois as aulas recomeçam na semana q vem e preciso estar atualizado.
Até daqui a pouco!
Depois de quatro dias de muito trabalho em Capão do Cipó, visitando os vencedores dos Melhores do Ano, tudo recomeça aqui na redação já nesta madrugada de segunda-feira, pois acordei as 5h20min e vim pra cá, olhar os jornais de final de semana, pois não tive acesso a eles no sábado e domingo. Ademais, preciso voltar a ler alguns livros sobre Administração e Marketing (on line), pois as aulas recomeçam na semana q vem e preciso estar atualizado.
Até daqui a pouco!
quinta-feira, 12 de julho de 2007
Em Direção a Cipó
Logo depois de meio dia estarei indo para Capão do Cipó, onde devo parmanecer até domingo. Irei visitar os vencedores do prêmio Os Melhores do Ano, festa que acontecerá no dia 25 de agosto, no Clube União Santiaguense, premiando aqueles que foram destaque em suas áreas no último ano. A maior atração do evento, sem dúvidas, é a presença do Cantor Giliard, astro da música brasileira na década de 80 e 90, com sucessos como Aquela Nuvem, Pouco a Pouco, Festa dos Insetos, e tantas outras. Por ora, era isso.
Logo depois de meio dia estarei indo para Capão do Cipó, onde devo parmanecer até domingo. Irei visitar os vencedores do prêmio Os Melhores do Ano, festa que acontecerá no dia 25 de agosto, no Clube União Santiaguense, premiando aqueles que foram destaque em suas áreas no último ano. A maior atração do evento, sem dúvidas, é a presença do Cantor Giliard, astro da música brasileira na década de 80 e 90, com sucessos como Aquela Nuvem, Pouco a Pouco, Festa dos Insetos, e tantas outras. Por ora, era isso.
terça-feira, 10 de julho de 2007
Jaguari ensina a fazer vinho
Um importante passo pra o desenvolvimento regional será dado hoje a tarde, 10 julho, durante a inauguração do Centro de Enologia, que tornará a Terra das Belezas Naturais num centro de referência nacional na produção de vinhos. O empreendimento, que funcionará no Centro Tecnológico do Chapadão, teve investimentos de quase 2 milhões de reais, graças a parceria entre Prefeitura de Jaguari e URI.
Ivo de olho no álcool
O crescimento do mercado de álcool vai demandar a instalação de 73 novas destilarias no país, segundo estudo elaborado pelas indústrias de base, que estima que o mercado de álcool deverá crescer mais de 82% nos próximos anos, acrescentando outros 12 bilhões de litros de álcool ao consumo atual de 14,5 bilhões de litros. De olhos bem abertos, o prefeito Ivo Patias, de Jaguari, antecipou e encaminhou projeto ao Governo Federal buscando uma destas destilarias para sua cidade. Se vai conseguir, ninguém sabe, mas nunca ninguém poderá acusá-lo de não ter tentado.
Um importante passo pra o desenvolvimento regional será dado hoje a tarde, 10 julho, durante a inauguração do Centro de Enologia, que tornará a Terra das Belezas Naturais num centro de referência nacional na produção de vinhos. O empreendimento, que funcionará no Centro Tecnológico do Chapadão, teve investimentos de quase 2 milhões de reais, graças a parceria entre Prefeitura de Jaguari e URI.
Ivo de olho no álcool
O crescimento do mercado de álcool vai demandar a instalação de 73 novas destilarias no país, segundo estudo elaborado pelas indústrias de base, que estima que o mercado de álcool deverá crescer mais de 82% nos próximos anos, acrescentando outros 12 bilhões de litros de álcool ao consumo atual de 14,5 bilhões de litros. De olhos bem abertos, o prefeito Ivo Patias, de Jaguari, antecipou e encaminhou projeto ao Governo Federal buscando uma destas destilarias para sua cidade. Se vai conseguir, ninguém sabe, mas nunca ninguém poderá acusá-lo de não ter tentado.
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